Niall Ferguson presents his book "The Ascent of Money: A Financial History of the World" at Carnegie Council on November 20, 2008.
http://www.cceia.org/resources/video/data/000094
GBT - Blog privado
2009/08/25
2009/07/18
Artigo que escrevi para a revista da Ordem dos Economistas
Artigo que escrevi em Junho 2009 para a revista da Ordem dos Economistas "Cadernos de Economia":
Só um sector empresarial competitivo nos pode fazer convergir com as economias mais avançadas
Muito tem sido escrito sobre a crise, ou melhor, as “crises”. A “Internacional” e a “Portuguesa”. Creio que é importante começar por fazer esta distinção pois, sem um correcto diagnóstico, não é possível encontrar o remédio certo. Pelo contrário, a medicação errada pode agravar a doença.
Quanto à crise internacional, os agentes económicos e o poder político portugueses pouco podem fazer. A história ensina-nos que a duração das “crises” depende dos ciclos económicos e que, após as recessões, as economias recuperam. Os governos podem tentar “combater” as crises, mas o melhor que podemos esperar é que atenuem os impactos sociais das mesmas.
Mas se as crises económicas, no sentido clássico, acabam, mais cedo ou mais tarde, em retoma económica, já a “crise Portuguesa” é de cariz distinto. A história está recheada de exemplos de Países que entram em longos ciclos de empobrecimento, enquanto outros enriquecem. Normalmente, esse declínio deve-se a causas estruturais.É por isto que a crise “Portuguesa” é tão preocupante.
Embora as deficiências da nossa economia tenham sido objecto de muitas análises, penso que, infelizmente, a sociedade portuguesa está ainda muito longe de ter chegado a um consenso quanto ao diagnóstico da situação.
Ver artigo completo:
http://docs.google.com/View?id=dfkpg37q_114hhqh5ddx
Só um sector empresarial competitivo nos pode fazer convergir com as economias mais avançadas
Muito tem sido escrito sobre a crise, ou melhor, as “crises”. A “Internacional” e a “Portuguesa”. Creio que é importante começar por fazer esta distinção pois, sem um correcto diagnóstico, não é possível encontrar o remédio certo. Pelo contrário, a medicação errada pode agravar a doença.
Quanto à crise internacional, os agentes económicos e o poder político portugueses pouco podem fazer. A história ensina-nos que a duração das “crises” depende dos ciclos económicos e que, após as recessões, as economias recuperam. Os governos podem tentar “combater” as crises, mas o melhor que podemos esperar é que atenuem os impactos sociais das mesmas.
Mas se as crises económicas, no sentido clássico, acabam, mais cedo ou mais tarde, em retoma económica, já a “crise Portuguesa” é de cariz distinto. A história está recheada de exemplos de Países que entram em longos ciclos de empobrecimento, enquanto outros enriquecem. Normalmente, esse declínio deve-se a causas estruturais.É por isto que a crise “Portuguesa” é tão preocupante.
Embora as deficiências da nossa economia tenham sido objecto de muitas análises, penso que, infelizmente, a sociedade portuguesa está ainda muito longe de ter chegado a um consenso quanto ao diagnóstico da situação.
Ver artigo completo:
http://docs.google.com/View?id=dfkpg37q_114hhqh5ddx
2009/06/30
2009/05/28
2009/05/27
Milton Friedman - Greed
Nesta era de intervencionismo estatal e desresponsabilização individual, é salutar escutar um dos maiores defensores da liberdade do último século. Defendeu a liberdade com grande honestidade intelectual e pessoal.
2009/05/14
Thomas Sowel on the Causes of the Housing Boom and Bust
Thomas Sowell, economist senior fellow of the Hoover Institution at Stanford University.
2009/04/16
Huerta de Soto explica a crise em 30 minutos
Huerta de Soto é professor de economia na Universidade Rey Juan Carlos, em Madrid.
Pertence à linha da "Austrian School" defendendo a liberdade e a economia de mercado. Opões, em particular, ao sistema monetário actual, e ao "fractional Banking" que, em linha com a Austrian School" acusa de provocar crises cíclicas em consequência da expansão do crédito e da massa monetária.
Pertence à linha da "Austrian School" defendendo a liberdade e a economia de mercado. Opões, em particular, ao sistema monetário actual, e ao "fractional Banking" que, em linha com a Austrian School" acusa de provocar crises cíclicas em consequência da expansão do crédito e da massa monetária.
2009/03/26
2009/03/10
2009/02/27
Credit Crisis explained
The Crisis of Credit Visualized from Jonathan Jarvis on Vimeo
The Crisis of Credit Visualized from Jonathan Jarvis on Vimeo.
The Crisis of Credit Visualized from Jonathan Jarvis on Vimeo.
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