GBT - Blog privado
2011/05/30
Para onde vai a Europa?
Por Luciano (Publicado no Diário Económico, 26/5/2011)
Foram décadas de loas à União Europeia. Não terá havido português respeitável e sério que não tenha escrito algum dia algum louvor a essa oitava maravilha à face da terra. Agora, basta uma leitura cursiva pelas páginas dos jornais para deparar com artigo atrás de artigo explicando o horror que ela é. Não há muito tempo, bastava alguém levantar uma dúvida sobre a sensatez da Agenda de Lisboa (quem se lembra desta relíquia?), a Constituição Europeia, o Tratado de Lisboa ou a forma como se construiu o euro para logo ser acusado do pior que há: eurocéptico. Tão mau ou pior quanto fascista ou neoliberal. Hoje em dia, parece que há um eurocéptico em cada esquina.
...
O actual momento da Europa deveria ser um excelente pretexto para reintroduzir uma certa modéstia no dito “projecto europeu”, justamente para impedir que ele se arruíne às mãos dos seus mais indefectíveis defensores. Reduzida à dimensão correcta de uma instância de cooperação entre democracias, a União Europeia continua a ser essencial para elas se afirmarem no mundo. Mas para isso seria preciso tirá-la das mãos dos seus amigos mais destravados.
2011/05/29
2011/04/27
2011/04/05
2011/03/28
2011/03/24
2011/01/21
Ralph Nader & Ron Paul Interviewed Together!
Against the Establishment; Big Business and Wall Street: For Accountability and Free Society.
2011/01/16
2011/01/10
2010/12/18
2010/12/13
Daily Show - Jon Stewart finds what Central Banks are doing
Actually this what they are meant to do by governments: Printing Money
| The Daily Show With Jon Stewart | Mon - Thurs 11p / 10c | |||
| The Big Bank Theory | ||||
| www.thedailyshow.com | ||||
| ||||
2009/08/25
Niall Ferguson presents "The Ascent of Money"
Niall Ferguson presents his book "The Ascent of Money: A Financial History of the World" at Carnegie Council on November 20, 2008.
http://www.cceia.org/resources/video/data/000094
http://www.cceia.org/resources/video/data/000094
2009/07/18
Artigo que escrevi para a revista da Ordem dos Economistas
Artigo que escrevi em Junho 2009 para a revista da Ordem dos Economistas "Cadernos de Economia":
Só um sector empresarial competitivo nos pode fazer convergir com as economias mais avançadas
Muito tem sido escrito sobre a crise, ou melhor, as “crises”. A “Internacional” e a “Portuguesa”. Creio que é importante começar por fazer esta distinção pois, sem um correcto diagnóstico, não é possível encontrar o remédio certo. Pelo contrário, a medicação errada pode agravar a doença.
Quanto à crise internacional, os agentes económicos e o poder político portugueses pouco podem fazer. A história ensina-nos que a duração das “crises” depende dos ciclos económicos e que, após as recessões, as economias recuperam. Os governos podem tentar “combater” as crises, mas o melhor que podemos esperar é que atenuem os impactos sociais das mesmas.
Mas se as crises económicas, no sentido clássico, acabam, mais cedo ou mais tarde, em retoma económica, já a “crise Portuguesa” é de cariz distinto. A história está recheada de exemplos de Países que entram em longos ciclos de empobrecimento, enquanto outros enriquecem. Normalmente, esse declínio deve-se a causas estruturais.É por isto que a crise “Portuguesa” é tão preocupante.
Embora as deficiências da nossa economia tenham sido objecto de muitas análises, penso que, infelizmente, a sociedade portuguesa está ainda muito longe de ter chegado a um consenso quanto ao diagnóstico da situação.
Ver artigo completo:
http://docs.google.com/View?id=dfkpg37q_114hhqh5ddx
Só um sector empresarial competitivo nos pode fazer convergir com as economias mais avançadas
Muito tem sido escrito sobre a crise, ou melhor, as “crises”. A “Internacional” e a “Portuguesa”. Creio que é importante começar por fazer esta distinção pois, sem um correcto diagnóstico, não é possível encontrar o remédio certo. Pelo contrário, a medicação errada pode agravar a doença.
Quanto à crise internacional, os agentes económicos e o poder político portugueses pouco podem fazer. A história ensina-nos que a duração das “crises” depende dos ciclos económicos e que, após as recessões, as economias recuperam. Os governos podem tentar “combater” as crises, mas o melhor que podemos esperar é que atenuem os impactos sociais das mesmas.
Mas se as crises económicas, no sentido clássico, acabam, mais cedo ou mais tarde, em retoma económica, já a “crise Portuguesa” é de cariz distinto. A história está recheada de exemplos de Países que entram em longos ciclos de empobrecimento, enquanto outros enriquecem. Normalmente, esse declínio deve-se a causas estruturais.É por isto que a crise “Portuguesa” é tão preocupante.
Embora as deficiências da nossa economia tenham sido objecto de muitas análises, penso que, infelizmente, a sociedade portuguesa está ainda muito longe de ter chegado a um consenso quanto ao diagnóstico da situação.
Ver artigo completo:
http://docs.google.com/View?id=dfkpg37q_114hhqh5ddx
2009/06/30
2009/05/28
2009/05/27
Milton Friedman - Greed
Nesta era de intervencionismo estatal e desresponsabilização individual, é salutar escutar um dos maiores defensores da liberdade do último século. Defendeu a liberdade com grande honestidade intelectual e pessoal.
2009/05/14
Thomas Sowel on the Causes of the Housing Boom and Bust
Thomas Sowell, economist senior fellow of the Hoover Institution at Stanford University.
2009/04/16
Huerta de Soto explica a crise em 30 minutos
Huerta de Soto é professor de economia na Universidade Rey Juan Carlos, em Madrid.
Pertence à linha da "Austrian School" defendendo a liberdade e a economia de mercado. Opões, em particular, ao sistema monetário actual, e ao "fractional Banking" que, em linha com a Austrian School" acusa de provocar crises cíclicas em consequência da expansão do crédito e da massa monetária.
Pertence à linha da "Austrian School" defendendo a liberdade e a economia de mercado. Opões, em particular, ao sistema monetário actual, e ao "fractional Banking" que, em linha com a Austrian School" acusa de provocar crises cíclicas em consequência da expansão do crédito e da massa monetária.
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