GBT - Blog privado
2009/07/18
Artigo que escrevi para a revista da Ordem dos Economistas
Só um sector empresarial competitivo nos pode fazer convergir com as economias mais avançadas
Muito tem sido escrito sobre a crise, ou melhor, as “crises”. A “Internacional” e a “Portuguesa”. Creio que é importante começar por fazer esta distinção pois, sem um correcto diagnóstico, não é possível encontrar o remédio certo. Pelo contrário, a medicação errada pode agravar a doença.
Quanto à crise internacional, os agentes económicos e o poder político portugueses pouco podem fazer. A história ensina-nos que a duração das “crises” depende dos ciclos económicos e que, após as recessões, as economias recuperam. Os governos podem tentar “combater” as crises, mas o melhor que podemos esperar é que atenuem os impactos sociais das mesmas.
Mas se as crises económicas, no sentido clássico, acabam, mais cedo ou mais tarde, em retoma económica, já a “crise Portuguesa” é de cariz distinto. A história está recheada de exemplos de Países que entram em longos ciclos de empobrecimento, enquanto outros enriquecem. Normalmente, esse declínio deve-se a causas estruturais.É por isto que a crise “Portuguesa” é tão preocupante.
Embora as deficiências da nossa economia tenham sido objecto de muitas análises, penso que, infelizmente, a sociedade portuguesa está ainda muito longe de ter chegado a um consenso quanto ao diagnóstico da situação.
Ver artigo completo:
http://docs.google.com/View?id=dfkpg37q_114hhqh5ddx
2009/06/30
2009/05/28
2009/05/27
Milton Friedman - Greed
2009/05/14
Thomas Sowel on the Causes of the Housing Boom and Bust
2009/04/16
Huerta de Soto explica a crise em 30 minutos
Pertence à linha da "Austrian School" defendendo a liberdade e a economia de mercado. Opões, em particular, ao sistema monetário actual, e ao "fractional Banking" que, em linha com a Austrian School" acusa de provocar crises cíclicas em consequência da expansão do crédito e da massa monetária.
2009/03/26
2009/03/10
2009/02/27
Credit Crisis explained
The Crisis of Credit Visualized from Jonathan Jarvis on Vimeo.
2008/12/08
2008/04/22
2008/01/17
2008/01/15
Passeio no Altitudes no Tejo 20080112
Dia óptimo, embora um pouco frio. Beatriz e Bernardo tomaram o leme, como fica aqui documentado.
Fotos
ONLY BY INVITATION
http://gbt-myway2.blogspot.com/
Videos
Bea ao leme do Altitudes
ONLY BY INVITATION
Bernardo ao leme do Altitudes
ONLY BY INVITATION
2007/12/02
Manila - Jeepneys e Tricycles
The ubiquitous Jeepney is the so-called King of the Road in the
They are garishly decorated, with pewter stallions on the hood, streamers and flags on the antennae, covered in imaginative if unskilled art, every unpainted surface festooned by gleaming chrome. The interior and windshield are covered with so many stickers, ornaments, and God Bless Our Kids artwork that visibility is reduced to that of a tank driver's. They don't stop at visual decorations. Special horn sounds range from gay manic laughter to wolf whistles, even classical music for the cultural wannabe.
Jeeps can accommodate 18-20 people, with two up front with the driver and the rest seated in upholstered benches, each facing the other. Fully loaded this way, up to four more people can still ride by clinging to the bars at the rear exit, with their back ends at the mercy of trailing vehicles.
Tricycles are motorcycles with distinctive sidecars. They can seat two in the sidecar and one other riding shotgun with the driver. Amazingly manoeuvrable in rutted and congested back roads, tricycles go for a contract price of eight pesos per trip but the amount may be split among several passengers going the same way.
Manila - Grand Marian Procession 20071202
Cada paróquia apresenta um carro alegórico e os membros preparam uma encenação. Muitos com música, coreagrafia e dança. Clima muito festivo.
Algumas paróquias vinham de longe de Manila. Eram dezenas, talvez mais de cem paróquias, parecia não ter fim.


